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24 | janeiro | 2020

Escavação das lagoas da ETE está em fase final

24/01/2020

Os trabalhos na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), de Pitangueiras, seguem para a  fase final de escavação das três lagoas. Trata-se de uma anaeróbica e duas facultativas, que juntas, têm o papel de tratar os efluentes por meio de processos químicos e biológicos, com a finalidade de reter matéria orgânica e gerar água com qualidade para retornar ao meio ambiente. 

 

O secretário municipal de Infraestrutura, Rodrigo Tasca, explica que as próximas etapas da obra incluem fechamento de perímetro, instalação do emissário, construção da estação elevatória de esgoto, revestimento das lagoas com geomembrana, além da conclusão da sede administrativa da ETE.

 

Conforme previsto no cronograma, as chuvas de dezembro do ano passado e início de janeiro deste ano, provocaram a interrupção dos trabalhos por alguns dias. “Quando se trata de obra de terraplanagem e escavação, um dia de chuva não significa apenas um dia de obra parada, mas dois, três. Tudo depende do quanto o solo estará seco para que as máquinas voltem a executar o trabalho. Ainda assim, as obras seguem dentro do prazo de cada etapa”, destaca o secretário. 

 

As obras da ETE de Pitangueiras tiveram início em junho de 2019, após a Prefeitura firmar convênio com a Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP), no valor de R$ 4.784.726,23 para a construção da Estação. A previsão de conclusão e entrega da obra completa é junho deste ano. A construção, executada pela empresa Qualyfast Construtora, é em uma área localizada a leste da Rodovia Armando Salles de Oliveira. 

 

O esgoto em Pitangueiras, até então, nunca recebeu tratamento ou qualquer investimento para essa finalidade. Uma situação que será mudada após a inauguração e início da operação da ETE. A secretária municipal de Agricultura, Indústria, Comércio e Meio Ambiente, Juliana Rodrigues Pinheiro Fontes, explica que todos os dejetos produzidos pela população hoje, caem in natura no córrego das Pitangueiras  e têm como destino final o rio Mogi Guaçu. 

 

“Além de poluir a natureza, esse esgoto prejudica a saúde pública e provoca muitos transtornos aos moradores, principalmente aos que residem no final do Jardim Pedro de Felício, bairro mais próximo ao local de despejo do esgoto. Essas pessoas convivem com o mal cheiro e com o aparecimento de animais peçonhentos em suas casas”, explica.

 

O prefeito Marcos Aurélio Soriano destaca que a ETE é uma grande conquista para Pitangueiras e que só e tornou uma realidade, após inúmeros esforços da Administração atual.

 

“O esforço valeu a pena e Pitangueiras, após mais de 160 anos de existência, vai sair da lista de municípios sem tratamento de esgoto e entrar na era da evolução, do desenvolvimento, da qualidade de vida e dos muitos outros benefícios que essa obra vai proporcionar”, finaliza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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